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quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Como alterar programa padrão de e-mails

Este tutorial mostra como você pode mudar o programa padrão para abrir e-mails no Windows.

Ele é voltado para quem quer mudar o programa padrão ao clicar em um link “mailto”. Por exemplo, você clicou em um e-mail encontrado em um site. Esse é um link “mailto”, que faz com que o PC entenda que deve abrir um programa específico ou navegador. No Windows 8, o App email ou o Outlook 2013 são abertos.
Painel de Controle
Um dos modos é usar o Painel de controle. Acesse ele por buscar Painel de Controle no Windows 8. Outra opção é acessar pelo atalho Windows + X e clicar em Painel de Controle.
alterar programa padrão de e-mails
Dentro dele, acesse Programas padrão. Clique em Associar um tipo de arquivo ou protocolo a um programa específico.
alterar programa padrão de e-mails
Procure então o MAILTO, repare que no caso do tutorial ele está atribuído ao mail. Dê dois cliques com o botão esquerdo para ver os programas que podem ser usados.
No caso do PC usado para o tutorial, ele mostra tanto o e-mail padrão do Windows, como o Outlook e o Google Chrome. O último, útil para aqueles que usam Gmail.
alterar programa padrão de e-mails
É só clicar em cima do programa que você já terá mudado.
Habilitar para outros navegadores / serviços
No Firefox, você precisa ir em Opções, acessível ao clicar no ícone do canto superior direito.
alterar programa padrão de e-mails
Na guia Aplicativos, pesquise por MAILTO. Repare que ele está aberto como TWINU, o modo padrão. Clique em cima para alterar para o Yahoo mail ou o Gmail.
alterar programa padrão de e-mails
Caso use um email Outlook, faça o download da extensão Live Mailer, que faz os links MAILTO serem acessados no Outlook.com. Ele não precisa de configuração.
Opera e Google Chrome
Como apontado antes, o Google Chrome não precisa de mais nada para fazer com que os links MAILTO sejam abertos no Gmail, mas para outros serviços, você terá que usar uma extensão.
A Extensão Mailto, disponível na Chrome Web Store ou na loja do Opera, oferece suporte a serviços como o Yahoo Mail ou o Outlook.
Após fazer o download e instalar, a extensão será aberta automaticamente. Você precisa apenas marcar o serviço de webmail que deseja usar e um alerta de que foi salvo aparecerá.
alterar programa padrão de e-mails
Para mais de um serviço, marque a opção Ask me every time which email servisse should be used.
alterar programa padrão de e-mails
Isso fará com que ele pergunte qual usar antes de te redirecionar.


Leia também.
como baixar musicas do YouTube.
como gravar um vídeo da webcam do MSN.
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como mudar o idioma do hotmail.
como desinstalar o AVAST antivírus.
como aumentar a memoria virtual do PC.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Como excluir meu histórico de navegação?


navegadores
Excluir o histórico de um navegador é uma das principais tarefas a serem realizadas para otimizar o browser depois de um certp tempo de uso. Deletar o histórico de sites visitados também pode ajudar a manter sua privacidade caso outra pessoa utilize o mesmo computador que você e, além disso, manterá o navegador mais rápido e leve.
Para ajudá-lo, elaboramos um tutorial que ensinará como excluir o histórico de navegação dos três principais navegadores do mercado: Google Chrome, Mozilla Firefox e Internet Explorer, da Microsoft.

Excluir histórico do Google Chrome

Para deletar o histórico do Chrome você deve clicar no ícone de três riscos localizado no canto superior direito do navegador. Após isso selecione a opção "Histórico".
Google Chrome
Uma nova aba com o endereço chrome://history/ será aberta em seu navegador. Nesta aba você terá acesso a todo histórico de sites visitados no Google Chrome. Você poderá excluí-los individualmente selecionando as páginas que deseja deletar e clicar em "Remover itens selecionados" ou apagar tudo de uma vez clicando em "Limpar dados de navegação".
Google Chrome

Excluir histórico no Mozilla Firefox

O procedimento adotado pelo Firefox é parecido ao do Google Chrome. Para acessar o histórico do navegador da Mozilla você deve clicar no ícone no canto superior direito do browser. Selecione "Histórico".
Mozilla Firefox
Após clicar em "Histórico", abrirá do lado direito do navegador uma lista de sites visitados recentemente. No início é possível notar os dizeres "Exibir painel do histórico". Clique para prosseguir.
Mozilla Firefox
Ao concluir a etapa anterior você verá outra lista, agora do lado esquerdo de sua tela, sendo exibida. Nela você encontrará todo histórico de seu navegador. Caso queira excluir apenas uma página específica, clique com o botão direito do mouse e selecione "Excluir esta página".
Se você quer excluir o histórico por data, conforme agrupado, você deve clicar com o botão direito do mouse por cima da data e selecionar "Excluir".
Mozilla Firefox

Excluir histórico no Internet Explorer

Para excluir o histórico no Internet Explorer você deve utilizar a tecla "Alt" para acessar o menu do navegador. Após isso, vá até "Ferramentas" e selecione a opção "Excluir histórico de navegação". Você também poderá realizar este procedimento por meio do atalho de teclado pressionando "Ctrl + Shift+Del".
Internet Explorer
Uma pequena janela será exibida. Selecione os itens que deseja excluir e clique em "Excluir".
Internet Explorer
O procedimento de excluir o histórico dos navegadores é simples e você pode realizá-lo sempre que achar necessário. Lembre-se que em qualquer um dos navegadores não é possível reverter a exclusão do histórico. Por isso, fique atento ao que você exclui, principalmente sites com senhas previamente gravadas.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Como proteger suas imagens e informações no iCloud.


Icloud
O iCloud está no centro das atenções desde o último domingo (31), mas pelos motivos errados. Uma falha nos sistemas de proteção do serviço da Apple teria sido a responsável pelo vazamento de mais de uma centena de fotos e vídeos íntimos de celebridades como Jennifer Lawrence, Kirsten Dunst, Victoria Justice, Mary Elizabeth Winstead, Kate Upton e outras.
O problema está relacionado ao serviço de localização Find My iPhone, que serve para encontrar aparelhos perdidos ou roubados e realizar várias ações remotamente, como bloqueá-los ou fazer com que eles emitam sons. De acordo com especialistas em segurança, a tela de login do serviço não possuía nenhum tipo de proteção contra sucessivas tentativas de login, o que permitia que os usuários mal-intencionados ficassem tentando combinações infinitamente.
Essa é a receita completa de um ataque de força bruta, que utiliza softwares de montagem de senhas aleatórias para tentativas de login infinitas. Basta ter o email da vítima e um pouco de paciência. Pode demorar, mas em algum momento, o acesso será liberado – e foi exatamente isso o que aconteceu.
De posse de uma conta do iCloud, hackers podem baixar todas as informações de seu iPhone ou iPad, coisas como lista de contatos, fotos e vídeos, sem nunca terem chegado perto de seu dispositivo. Não é a primeira vez que uma invasão ao sistema da Apple acontece e o resultado, normalmente, é o mesmo.
A boa notícia é que a falha responsável pelo Fappening, como vem sendo chamado, já teria sido corrigida, mesmo com a Apple não tendo se pronunciado sobre o assunto. Mesmo assim, o dano já está feito e as imagens estão disponíveis na internet. Por mais que muitos serviços estejam as deletando ostensivamente, encontrá-las é uma tarefa relativamente simples, bastando apenas uma busca no Google.
Sendo assim, quem tem informações sensíveis em seus celulares ou tablets pode tomar algumas medidas preventivas para evitar que os dados acabem caindo na internet. É claro, pessoas comuns são alvos bem menos visados do que gente famosa, mas em um mundo de hackers cada vez mais arrojados, espionagem governamental e uma privacidade cada vez menor, todo cuidado é pouco.
O tutorial apresentado aqui foi baseado em uma matéria publicada pelo site Mashable e indica algumas maneiras de evitar que os arquivos sejam hospedados no iCloud ou, então, controlar exatamente o que está sendo hospedado por lá.

Compartilhamento de fotos

É claro, a busca por uma segurança maior tem seu preço. E ele é cobrado na praticidade de uso. Ao mesmo tempo em que o iCloud pode constituir uma ameaça à integridade de seus dados, ele também funciona para garantir uma melhor utilização entre diversos aparelhos da Apple. No caso específico das imagens, isso se traduz em uma opção que compartilha as imagens tiradas em um dispositivo entre todos os outros vinculados à mesma conta.
Isso inclui não apenas iPhones e iPads, mas também Apple TVs e computadores da Maçã. Sempre que uma conexão Wi-Fi estiver disponível, o iOS automaticamente faz o upload das fotos para o iCloud e as compartilha com todos os dispositivos. Lá, elas ficam armazenadas por 30 dias.
Proteger iCloud
Para saber se o seu aparelho está com esse tipo de recurso ativado, basta abrir o aplicativo Fotos do iOS. Além do tradicional “Rolo de Câmera”, caso você veja uma pasta de nome “Meu Compart. De Fotos”, isso significa que a função está ligada e suas fotos estão sendo hospedadas automaticamente no iCloud. Isso vale até mesmo para quem só possui um aparelho da Apple. Nesse caso, os dados ficam armazenados na nuvem para fins de backup.
Proteger iCloud
O processo para desabilitar o recurso é simples. Basta acessar o menu de Ajustes do aparelho, selecionar a opção iCloud e, em seguida, clicar em Fotos. Na tela seguinte, são duas as opções. Basta desabilitar a primeira, “Meu Compart. De Fotos”, para interromper o upload automático para o serviço. Fique atento para a mensagem que aparece a seguir, já que o desligamento da função fará com que todas as imagens compartilhadas – ou seja, que não foram produzidas por seu próprio aparelho – sejam apagadas.
Caso não queira abrir mão do serviço como um todo, basta abrir a pasta de compartilhamento de fotos e deletar as imagens comprometedoras. Elas desaparecerão de todos os dispositivos conectados e ficarão disponíveis, caso ainda existam, apenas no aparelho em que foram produzidas. O processo é idêntico ao de apagar imagens comuns, pelo Rolo da Câmera.

Outras informações

Apesar de apenas imagens e vídeos terem sido vazados na rede, o iCloud também é um serviço de backup na nuvem. Ou seja, dependendo das configurações de seu aparelho, outros dados, como a lista de contatos, histórico de navegadores, aplicativos baixados e até documentos também podem ser hospedados na nuvem e constituir um risco tão grande ou maior que as suas imagens íntimas.
Por isso, vale a pena dar uma olhada nas configurações do iCloud para ver exatamente o que está sendo hospedado nos sistemas da Apple. Para fazer isso, mais uma vez, vamos acessar o menu de Ajustes e, em seguida, a opção iCloud. A tela exibe de maneira simples todos os elementos que podem ser salvos no serviço e quais estão ativados e funcionando de forma semelhante ao Compartilhamento de Fotos, ou seja, com as informações sendo sincronizadas entre todos os dispositivos conectados à mesma conta.
Proteger iCloud
Alguns são autoexplicativos, outros, porém, podem parecer um pouco complexos. É o caso, por exemplo, da opção Chaves que, se ativada, faz o upload de senhas de acesso e dados de cartões de crédito. A ideia, aqui, é que tais dados sejam compartilhados entre todos os aparelhos conectados e estejam disponíveis de maneira mais fácil para os usuários. Cabe a cada um pesar o risco envolvido e optar pelo que acreditar ser melhor.
Vale a pena também dar uma olhada na opção “Armazenamento e Backup” para ativar ou não o Backup do iCloud. Essa função não realiza o compartilhamento de informações, mas da mesma maneira, hospeda todas as informações do seu aparelho na nuvem. Imagens, contatos, lista de chamadas, aplicativos e todos os dados armazenados em seu celular ou tablet ficam hospedados nos servidores da Apple, de forma que você possa baixá-los rapidamente de qualquer computador caso compre um novo gadget ou tenha que resetar algum dos que já possui.
Mais uma vez, é uma medida de praticidade, mas para quem se preocupa com a integridade dos próprios dados, pode não ser uma opção. Se desejar, é possível interromper completamente o upload de backups para o iCloud e fazer isso localmente, em seu próprio computador, por meio do iTunes. Assim, todas as informações ficam em um local sob maior controle do usuário.

Proteja suas senhas

Seja quais forem as opções de backup e compartilhamento que você escolha ativar em seu aparelho, uma coisa é fundamental: você precisa ter uma senha segura. Nada de datas de nascimento, nome do cachorro ou qualquer tipo de informação que seja fácil de ser localizada. E nem pense em facilitar a sua vida usando a mesma senha de outros serviços. O preço por essa mera facilidade pode ser alto e o arrependimento, maior ainda.
Para os sistemas do iTunes e iCloud, a Apple exige senhas complexas, com oito ou mais caracteres e contendo um número e pelo menos uma letra maiúscula e outra minúscula. Mas, mesmo assim, tais técnicas já são manjadas pelos hackers e dificilmente constituem um desafio caso você use algo como “Nomedamãe1” para proteger suas informações. Aqui, essa palavra nem se encaixa, para ser sincero.
password
Por isso, seja criativo e, se possível, aleatório. Utilize combinações randômicas de letras e números e use e abuse do espaço disponível, criando sequências de dez ou mais caracteres. Algo como “Xa254VeeZiURJ45”, criando senhas que podem ser bastante complicadas de serem lembradas e até mesmo digitadas, mas por outro lado, garantem uma proteção adicional.
Uma dica dada pelo Mashable para criar senhas aleatórias mas fáceis de serem lembradas é utilizar palavras randômicas e não relacionadas entre si, com números nos intervalos. Algo como “poster2gaveta56espacosideral18” pode funcionar quase como que no exemplo anterior, mas constitui um conjunto mais coeso e simples de ser memorizado.
Por último: nem pense em usar outro serviço da nuvem para compartilhar um documento de senhas entre todos os dispositivos e ter acesso de qualquer lugar. Isso trai o próprio propósito de se proteger e, caso a plataforma em questão seja hackeada, o invasor terá acesso a todas as suas informações de uma só vez.
Caso tenha a memória fraca, prefira opções locais. Crie um documento em seu próprio computador e o oculte em alguma pasta que só você conheça a localização, ou então, escolha o bom e velho conjunto papel e caneta para anotar suas senhas e guardá-las em um local seguro. Mais uma vez, um pouco de trabalho pode garantir sua tranquilidade.

Autenticação em dois fatores

A situação pode ser caótica e apocalíptica, e você tem razão em sentir vontade de jogar seus gadgets no lixo e voltar ao mundo da máquina de escrever. Mas não é para tanto. Apesar de suas falhas e eventuais vazamentos, os serviços na nuvem costumam ser seguros e, seguindo passos como o de proteção de senhas e cuidando especialmente de arquivos mais sensíveis, você não deve ter dor de cabeça.
De forma a garantir mais segurança a seus usuários, a Apple disponibiliza para contas do iTunes e iCloud o mecanismo de autenticação em dois fatores, que adiciona uma etapa a mais, além da digitação da senha de acesso, para acesso às informações. Basicamente, um hacker precisaria ter não apenas o login e chave de sua conta, mas também acesso físico ao seu celular e tablet, antes de acessar seus dados.
Autenticação em dois fatores
Para ativar a camada adicional de segurança, visite o site da Apple, na seção My AppleID. Escolha “Gerenciar seu ID Apple” e faça o login com email e senha. Então, selecione a opção Senha e Segurança e, na sequência, clique na palavra “Iniciar” sob o texto que explica o que é a verificação em dois passos.
Assim, toda vez que quiser acessar sua conta da Apple ou fazer alterações nela, você receberá um código numérico em seu dispositivo. A senha deve ser digitada junto com as informações normais de login para que seu uso seja liberado e a utilização somente será possível dessa maneira.
Na primeira vez que utilizar a camada, você também receberá um código de segurança, que deve ser guardado em um local seguro e utilizado caso a senha seja esquecida ou você perca seu aparelho. Assim, sua conta não fica trancada para sempre e você garante uma proteção adicional às suas informações. Mais uma vez, evite guardar essa sequência em outros serviços de compartilhamento na nuvem.


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como colocar senha em arquivos ZIP.
como ver um site como ele era antes.
como ver o céu com Stellarium.
como mudar a fonte do Windows Vista.
como melhorar o desempenho do Windows Vista.
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segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Como criar páginas estáticas no Blogger


Screen Criar Blog Blogger
Se você já tem ou já aprendeu a criar seu blog na plataforma de blogs do Google, sabe que conteúdo é tudo, por isso é importante publicar postagens com uma certa frequência. No entanto, existem determinados conteúdos que todo blog deve ter e não precisam ser atualizados com a mesma frequência: as páginas estáticas.
Esses textos fixos, como "Contato" e "Sobre o autor", não têm uma data em sua URL, pois valem para o blog como um todo, mas possuem um papel fundamental na fidelização dos seus leitores, que através deles terão mais informações sobre o blog.
A criação de páginas é um processo parecido com a criação de postagens, com algumas diferenças fundamentais. Para aprender a criar suas páginas estáticas e publicá-las no Blogger, siga nosso passo a passo abaixo:

Passo 1: abra o Blogger

O Blogger é um serviço online, portanto não é necessário instalar qualquer programa em seu computador, apenas acessar o site: http://www.blogger.com/ Tutorial Símbolo 1. A primeira tela que você verá é a de login na conta Google. Se você não possuir uma conta Google, poderá criar uma a partir desta mesma tela clicando no link "Criar uma conta". Se já tiver uma conta, basta entrar com seu login e senha e clicar sobre o botão "Fazer login", ou simplesmente apertar a tecla Enter do seu teclado.
Então, você será levado à página inicial do painel do Blogger. Esta tela lista todos os blogs associados à sua conta e permite que você configure seu perfil e outras opções.
Personalizar Blogger
Acessando o site do Blogger e visualizando sua lista de blogs.

Passo 2: acessando a lista de páginas

Blogger Criar Página
Acessando a opção "Páginas" a partir do painel do Blogger.
Ao lado do nome do blog, você terá acesso às principais opções relacionadas a ele, como "Criar uma nova postagem" Tutorial Símbolo 1, acessar a lista de postagens já publicadas, acessar outras opções como modelo, layout, configurações, estatísticas e, por fim, visualizar o blog como ele seria visto por qualquer leitor. Vamos clicar sobre a opção "Páginas" Tutorial Símbolo 2 para acessar a lista de páginas estáticas do blog.
Blogger Criar Página
Visualizando a lista de páginas.

Passo 3: conhecendo o editor do Blogger

Você será levado ao Editor do Blogger, uma interface de edição de textos (como o Word) no próprio navegador, onde poderá escrever e publicar suas páginas.
Editor Páginas Blogger
Interface do editor do Blogger aberta após acessar a opção de "Nova página".
Aqui, temos duas principais áreas, além da página onde o texto é inserido: barra de ferramentas, formatação e publicação Tutorial Símbolo 1 e barra lateral com opções da página Tutorial Símbolo 2.
A barra de ferramentas Tutorial Símbolo 1, localizada na parte superior da janela, traz o campo para inserir o título da página (que também será o título da aba do navegador), os botões para "Publicar" (coloca a página no ar), "Salvar" (guarda um rascunho sem publicá-lo), "Visualizar" (mostra como a página ficará dentro do layout do blog). Na segunda linha temos os botões para alternar entre a visualização da postagem formatada ou como HTML, além das opções básicas de edição e formatação, como desfazer/refazer, fonte, tamanho, estilo, negrito/itálico/sublinhado, cor do texto, inserir link, imagem, alinhamento e, por fim, correção ortográfica.
Já a barra lateral Tutorial Símbolo 2, localizada no lado direito da janela, traz opções expansíveis sobre a postagem. Ao clicar em "Opções", você terá acesso a um painel que permite desativar comentários no post, aceitar HTML no modo "Escrever" e até controlar a maneira que os pulos de linha são gerados - com exceção da primeira, são opções pouco usadas.

Passo 3: publicando a página

Assim que escrever, formatar, configurar sua página e ficar satisfeito com o resultado, clique em "Publicar" para disponibilizar seu conteúdo para os leitores. Todas as páginas publicadas e rascunhos ficam disponíveis na lista de páginas do seu blog, acessível através do painel do Blogger (como explicado anteriormente).
Blogger Criar Página
Lista de páginas do blog. No exemplo, com mais uma página criada.
Todas as páginas permitem edição posterior (ou publicação, no caso de rascunhos). Basta clicar no link "Editar" abaixo do título da postagem, dentro da lista de posts. Para "despublicar" uma postagem, basta selecioná-la e clicar no botão "Reverter para rascunho". Aqui também é possível excluir (botão com ícone de lixeira) as páginas selecionadas.


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Até agora:03/01/12.
45 Blogs e
22 sites denunciados.
54 Blogs apagados pelo google.
21 donos de sites e 31 donos de blog respondendo a processos por plágio.
29 vitorias na justiça.
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